quinta-feira, 14 de abril de 2011

E-BOOK - Elementos de Eletrônica Digital - Idoeta

E-BOOK - Elementos de Eletrônica Digital - Idoeta




E-BOOK - Dispositivos Eletrônicos e teoria de circuitos - Boylestad

E-BOOK - Dispositivos Eletrônicos e teoria de circuitos - Boylestad


BOYLESTAD, Robert; NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos. [Eletronic devices and circuit theory, 8th ed (inglês)]. Tradução de Rafael Monteiro Simon, Revisão técnica de José Bueno de Camargo, José Lucimar do Nascimento. 8 ed. 5 reimpr. São Paulo : Pearson Prentice Hall , 2009. xviii, 672 p. Inclui índice; il.; 28cm. ISBN 8587918222.
Notas de conteúdo:

  • Apêndices: A - Parâmetros híbridos; B - Fator de Ondulação e Cálculos de Tensão; C - Tabelas; e D - Soluções para Problemas Ímpares Selecionados



  • Palavras-chave:
    CIRCUITOS ELETRONICOS; APARELHOS E DISPOSITIVOS ELETRONICOS; ENGENHARIA ELETRONICA


    E-BOOK - Eletricidade Básica 2º ed Milton Gussow

    E-BOOK -  Eletricidade Básica 2º ed Milton Gussow



    • Livro muito didático e extremamente completo sobre a teoria e as aplicações da Eletricidade Básica. Cada capítulo inicia com definições pertinentes, princípios, teoremas e equações, com inúmeros exemplos e problemas resolvidos para reforçar o aprendizado. Em seguida, propõe uma série de problemas e apresenta as respostas. Seu conteúdo é a base para profissionais das áreas de Eletroeletrônica e afins.
    • Editora: Bookman
    • Autor: MILTON GUSSOW
    • Origem: Nacional
    • Ano: 2009
    • Edição: 2
    • Número de páginas: 571



    domingo, 10 de abril de 2011

    NOTÍCIAS - Engenharia Elétrica - Guia do Estudante

    Engenharia Elétrica

    Bacharelado

    Engenharia Elétrica é o curso para mim?

    É a engenharia que lida com geração, a transmissão, o transporte e a distribuição da energia elétrica. O engenheiro eletricista planeja, supervisiona e executa projetos nas áreas de eletrotécnica, relacionadas à potência da energia. Ele está habilitado a construir e a aplicar sistemas de automação e controle em linhas de produção industrial, no desenvolvimento de componentes eletroeletrônicos, na operação e manutenção de equipamentos em hospitais e clínicas e em projetos de instalações elétricas em indústrias, comércios e residências. Além das concessionárias de energia, o graduado encontra emprego em empresas de telecomunicações (desde fábricas de celulares até operadoras de sistemas de comunicação), indústrias de equipamentos, automação, fábricas de motores e geradores, consultorias ou em empresas prestadoras de serviços em computação.

    O mercado de trabalho

    "A engenharia como um todo está crescendo muito no país, e isso inclui a elétrica. Há cerca de dez anos que não temos problemas com empregabilidade, e isso acontece porque a Engenharia Elétrica lida com dois aspectos essenciais para a sociedade, que são a energia e a informação", afirma José Antenor Pomilio, coordenador do curso da Unicamp. A área de transmissão e distribuição vive um momento importante de renovação dos profissionais que ocuparam os cargos nos anos 1970, quando o setor teve um crescimento muito grande. Além disso, as áreas de pesquisa e desenvolvimento em empresas de energia, computação e telecomunicações também contratam o profissional. Setores alternativos, como o mercado financeiro, procuram por esse engenheiro. Concessionárias de energia, construtoras, empresas de tecnologia da informação são empregadoras do bacharel. Existe oferta de vagas em todo o país. Apesar disso, as regiões Sul e Sudeste possuem polos industriais bem desenvolvidos e concentram as melhores oportunidades.

    Salário inicial: R$ 3.060,00 (6 horas diárias; fonte: Crea-SP).

    O curso

    Prepare-se para enfrentar muito cálculo. O currículo começa com disciplinas básicas, como matemática, física e informática. As contas acompanham o aluno também nas aulas de economia e administração. A parte mais interessante fica por conta das aulas práticas e dos experimentos em laboratório, que costumam aparecer desde o início da graduação. A formação profissionalizante tem início no terceiro ano, com aulas de projetos de sistemas elétricos, materiais elétricos, sistemas digitais e eletromagnetismo, entre outras. No último, além das disciplinas, os alunos se dedicam ao trabalho de conclusão do curso. O estágio é obrigatório e, geralmente, feito a partir do quarto ano.

    Duração média: cinco anos.

    Outros nomes: Eng. Elétr. (autom. ind.); Eng. Elétr. (autom.); Eng. Elétr. (comput.); Eng. Elétr. (eletrôn.); Eng. Elétr. (eletrot.); Eng. Elétr. (ênf. em comput.); Eng. Elétr. (ênf. em sist. de energia); Eng. Elétr. (sist. de energia e autom.); Eng. Elétr. (telecom. e eletrôn.); Eng. Elétr. (telecom.); Eng. Elétr. (telecom., eletrôn. e sist. de potência); Eng. Elétr. (telecom., sist. de potência e eletrôn.); Eng. Elétr. (telemática); Eng. Elétr. e das Energias; Eng. Elétr. e Eletrôn.; Eng. Elétr. Eletrot.; Eng. Elétr. Ind.; Eng. Eletrot.; Eng. Ind. Elétr.

    O que você pode fazer

    Automação

    Projetar equipamentos eletrônicos destinados à automação de linhas de produção industrial.

    Eletrônica

    Desenvolver circuitos eletrônicos para aquisição de dados (por exemplo, áudio, temperatura, umidade, pressão), transmissão de dados por radiofrequência, entre outros.

    Eletrotécnica (potência e energia)

    Planejar e operar sistemas elétricos, desde a geração até a transmissão e a distribuição de energia. Projetar e construir usinas, estações, subestações, redes de geração de energia e também máquinas elétricas. Ampliar as redes de alta tensão e dar manutenção a elas.

    Engenharia biomédica

    Especifi car e gerenciar a utilização de equipamentos médico-assistenciais em hospitais, clínicas e laboratórios. Projetar, construir equipamentos e fazer a manutenção deles.

    Hardware e programação

    Desenhar componentes e desenvolver sistemas.

    Instrumentação

    Projetar e desenvolver equipamentos para a realização de medidas, registro de dados e atuadores.

    Microeletrônica

    Projetar, fabricar e testar circuitos integrados (chips) para sistemas de computação, telecomunicações e de entretenimento, entre outros.

    Telecomunicações

    Desenvolver serviços de expansão de telefonia e de transmissão de dados por imagem e som. Projetar e construir equipamentos para telefonia e comunicação em geral e de processamento digital de sinais.


    NOTÍCIAS - Professor simula curto-circuito em rede elétrica


    Curto pode ser causado pelo contato de um objeto condutor com a fiação.
    No dia 27, 15 pessoas foram eletrocutadas em pré-carnaval no Sul de MG.

    Do G1 MG, com informações da EPTV
    O professor de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Itajubá Antônio Tadeu Lírio simulou como acontece um curto-circuito provocado pelo contato de um objeto condutor com cabos de eletricidade e as conseqüências dele. Um acidente envolvendo a rede elétrica provocou a morte de 15 pessoas no domingo (27) em uma festa de pré-carnaval, em Bandeira do Sul, no sul de Minas Gerais. Segundo a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), uma serpentina metalizada em contato com a fiação elétrica teria causado o grave acidente.
    Na reportagem, Lírio mostra dois experimentos. No primeiro, usando um transformador, o professor simula o comportamento de uma corrente elétrica alterada por um curto-circuito. Segundo ele, o curto-circuito gera um calor intenso e pode levar ao rompimento de um cabo de energia.
    No segundo, já com o cabo rompido, restos de serpentina metalizada como a encontrada no pré-carnaval de Bandeira do Sul se queimam em contato com a rede elétrica. “Caso tenha havido uma queda do cabo, o cabo pode ter encostado no caminhão, e as pessoas que estavam encostadas lá (no veiculo) com o pé molhado e suadas se tornaram condutoras”, disse o professor.
    Sobre segurança da rede elétrica, o professor explica que há uma série de proteções, desde o transformador no poste até a subestação, e essa proteção leva algum tempo para atuar. “Pode ser que neste intervalo, que a proteção leva para responder, houve uma passagem de corrente e as pessoas foram eletrocutadas”, comenta. O professor ressalta que é necessário aguardar a divulgação do laudo da perícia para entender o que realmente aconteceu no acidente em Bandeira do Sul.

    NOTÍCIAS - Entenda como a geração de energia elétrica afeta o meio ambiente


    Cada tecnologia tem um impacto diferente sobre a natureza.

    Custos e viabilidade também devem ser levados em conta na comparação.

    Lucas Frasão, Mário Barra e Tadeu MeniconiDo G1, em São Paulo
    Entre 20h30 e 21h30 deste sábado, será realizada a Hora do Planeta. Por 60 minutos, milhares de pessoas devem apagar as luzes, num evento promovido pela organização ambientalista WWF. A ideia do ato simbólico é demonstrar a preocupação com o aquecimento global.
    A geração de energia elétrica sempre provoca algum efeito na natureza, mas cada processo tem suas particularidades. O G1 procurou especialistas para explicar quais as vantagens e desvantagens dos principais tipos de usinas disponíveis, levando em conta não só a questão ambiental, mas também os custos e a viabilidade de cada técnica.
    Tipo de usinaVantagensDesvantagens
    Hidroelétrica
    Ícone hidroelétrica (Foto: Arte/G1)

    - Emissão de gases causadores do efeito estufa muito baixa

    - Baixo custo
    - Impacto social e ambiental do represamento do rio
    - Dependência (limitada) das condições climáticas
    Termoelétrica a carvão
    Ícone carvão (Foto: Arte/G1)

    - Baixo custo de construção e combustível

    - Alta produtividade

    - Independência das condições climáticas
    - Emissão de gases de efeito estufa muito alta (é a que mais emite)
    - Poluição local do ar com elementos que causam chuva ácida e afetam a respiração
    Termoelétrica a gás natural
    Ícone gás natural (Foto: Arte/G1)

    - Baixo custo de construção
    - Independência das condições climáticas
    - Baixa poluição local (comparada à termoelétrica a carvão)
    - Emissão de gases de efeito estufa alta (menor que a do carvão, porém significativa)
    - Custo de combustível muito oscilante (atrelado ao petróleo)
    Termoelétrica a biomassa
    Ícone biomassa (Foto: Arte/G1)
    - Baixo custo de construção e combustível
    - Emissão de gases de efeito estufa praticamente se anula (o ciclo do carbono fica perto de ser fechado)
    - Independência das condições climáticas
    - Disputa do espaço do solo com a produção de alimentos
    - Caso haja desmatamentos para o cultivo, cria um novo problema ambiental
    Nuclear
    Ícone nuclear (Foto: Arte/G1)

    - Emissão de gases de efeito estufa praticamente inexistente
    - Alta produtividade
    - Independência das condições climáticas
    - Alto custo (exige investimentos em segurança)
    - Produção de rejeitos radioativos
    - Risco de acidentes (a probabilidade é baixa, mas os efeitos são gravíssimos)
    Eólica
    Ícone eólica (Foto: Arte/G1)

    - Emissão de gases de efeito estufa praticamente inexistente
    - Impacto ambiental mínimo
    - Baixa produtividade
    - Dependência das condições climáticas
    - Poluição visual
    Fotovoltaica
    Ícone fotovoltaica (Foto: Arte/G1)

    - Baixo impacto ambiental

    - Alto custo
    - Baixa produtividade
    Hidroelétrica
    Mais de 80% da energia gerada no Brasil vem de usinas hidroelétricas. Essa energia é gerada pela correnteza dos rios, que faz girar turbinas instaladas em quedas d’água. De modo geral, a tecnologia é considerada limpa, uma vez que praticamente não emite gases de efeito estufa, que fortalecem o aquecimento global.
    O grande problema ambiental – e também social – causado pelas hidroelétricas é a necessidade de represar os rios. Vastas regiões são alagadas, o que provoca não só a retirada das populações humanas do local, como alterações no ecossistema.
    Por conta disso, projetos de usinas para o Norte do Brasil – como a polêmica obra de Belo Monte – preveem reservatórios menores. Contudo, isso torna a geração mais dependente do volume de água e, portanto, exige que haja outras fontes de energia para garantir o abastecimento constante.
    Usina hidroelétrica de Itaipu, na fronteira entre Brasil e Paraguai (Foto: AP)Usina hidroelétrica de Itaipu, na fronteira entre Brasil e Paraguai (Foto: AP)
    Eólica
    A grande dependência do clima também é um problema das usinas eólicas – nas quais o vento move hélices que acionam turbinas. Esta alternativa não pode ser usada sozinha, é preciso que haja um sistema para complementá-la, mas faz sucesso por ser ecologicamente correta. “É energia de mais baixa emissão de gás de efeito estufa”, afirma Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de Clima e Energia da organização ambientalista Greenpeace.
    Uma alternativa é fazer com que eólicas e hidroelétricas se completem. “No Nordeste, os ventos sopram mais forte justamente na época mais seca”, exemplifica Mauricio Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), empresa pública vinculada ao Ministério de Minas e Energia.
    Esse é o tipo de usina que mais cresce no mundo. “É a bola da vez mesmo”, diz Roberto Schaeffer, professor de planejamento energético da pós-graduação em engenharia da UFRJ. Por isso mesmo, o custo vem caindo.
    Contudo, não é muito potente, e é preciso instalar várias usinas lado a lado para se obter bons resultados. Na Europa, já há comunidades que reclamam da poluição visual, que prejudica o turismo, relatam Schaeffer e Tolmasquim.
    Parque eólico de Osório (Foto: Bernardo Fiusa/Divulgação)Parque eólico de Osório, no Rio Grande do Sul (Foto: Bernardo Fiusa/Divulgação)
    Termoelétrica
    As usinas termoelétricas são o tipo mais comum do mundo. Nela, é queimado um combustível – carvão e gás natural são os mais usados – para ferver água. O vapor gira uma turbina e assim gera energia. “São imprescindíveis”, acredita José Manuel Diaz Francisco, coordenador de comunicação e segurança da Eletronuclear, subsidiária da Eletrobrás. “São usinas mais baratas, com tecnologia consolidada e possuem a vantagem de garantir um suprimento de energia que não depende das condições”, completa.
    O processo de queima da água, no entanto, traz um efeito indesejado. “Tem os piores impactos ambientais em termos de emissão de gases de efeito estufa e poluição do ar”, afirma Baitelo, do Greenpeace.
    Tem os piores impactos ambientais em termos de emissão de gases de efeito estufa e poluição do ar"
    Ricardo Baitelo, do Greenpeace
    As termoelétricas a carvão respondem por mais de 40% da produção mundial de energia; as movidas a gás ocupam o segundo lugar na lista, com cerca de 21%. Entre os dois, o carvão é mais barato, porém polui mais. Além de emitir mais gás carbônico – responsável pelo aquecimento global –, causa poluição local, emitindo substâncias como enxofre e óxido nitroso, que afetam a respiração. Hoje em dia, há filtros capazes de reduzir esses efeitos, mas eles encarecem a construção das usinas.
    No Brasil, uma alternativa mais ecológica é o uso da biomassa. Quando se usa material orgânico – o mais comum no país é o bagaço da cana –, a combustão não emite gases de efeito estufa. Isso acontece porque o gás carbônico liberado é utilizado pelas plantas na fotossíntese, fechando o ciclo do carbono. Os custos são semelhantes aos das termoelétricas a carvão.
    Para Roberto Schaeffer, da UFRJ, “é melhor até que a hidrelétrica do ponto de vista ambiental”. Já Ricardo Baitelo não se entusiasma. “Do ar diretamente relacionado a queimadas, afeta bastante populações próximas a canaviais e aumenta incidência de doenças respiratórias”, indica o especialista do Greenpeace.
    Usina nuclear na França (Foto: François Mori/AP)Usina nuclear na França (Foto: François Mori/AP)
    Nuclear
    O termo mais correto para denominar uma usina nuclear é “termonuclear”. Seu funcionamento é idêntico ao das demais usinas termoelétricas, a diferença está no combustível. A fissão nuclear do urânio – ou do plutônio – gera o calor e produz, por outro lado, material radioativo que tem de ser monitorado por milhares de anos, o que é apontado como o principal problema por todos os especialistas ouvidos.
    “Acredito que seja o pior tipo de energia. Por mais que setor nuclear diga que todo empreendimento energético está vinculado a acidentes, a diferença é a perversidade do acidente nuclear. A radiação se estoca no organismo e pode ser transmitida por gerações”, reclama Baitelo, do Greenpeace.
    Embora acidentes sejam raros, o risco não pode ser considerado pequeno. “Risco é a probabilidade de ocorrer um acidente multiplicada pela magnitude do dano. A probabilidade de acidente é baixíssima, mas os efeitos são muito graves”, explica Schaeffer, da UFRJ. “É como ter medo de andar de avião: há menos acidentes que carro, mas, quando há, são mais graves”, completa.
    Apesar do risco de acidentes, a energia nuclear é benéfica ao meio ambiente em um aspecto. “O combustível em um reator nuclear não é queimado, portanto não há emissão de gases poluentes”, destaca José Manuel Diaz Francisco, da Eletronuclear.
    É uma beleza, mas é caríssimo"
    Roberto Schaeffer, professor de planejamento energético da UFRJ, sobre os painéis fotovoltaicos
    Fotovoltaica
    Os painéis fotovoltaicos são feitos de materiais semicondutores à base de silício. Quando recebem radiação solar, liberam elétrons e geram energia.
    “É uma beleza, mas é caríssimo”, resume Schaeffer, da UFRJ. Para ele, o uso só se justifica em situações pontuais, em locais de acesso muito difícil. Caso contrário, só é viável se houver subsídios. Baitelo, do Greenpeace, diz que faltam tais incentivos no país. “É a mais cara no Brasil porque não temos legislação”, reclama.
    Tolmasquim, da EPE, aponta também que a capacidade de geração de cada painel é muito pequena, de forma que uma usina teria de ocupar uma área muito maior que uma termoelétrica para produzir a mesma energia.
    Para José Manuel Diaz Francisco, o investimento vale a pena. “É uma tecnologia que precisa ser incorporada ao cotidiano de prédios e residências para atender a demandas pequenas. Não nos podemos deixar de integrar este tipo de tecnologia, pois é necessário diversificar a matriz energética”, argumenta.