
quinta-feira, 14 de abril de 2011
E-BOOK - Dispositivos Eletrônicos e teoria de circuitos - Boylestad

Palavras-chave:
CIRCUITOS ELETRONICOS; APARELHOS E DISPOSITIVOS ELETRONICOS; ENGENHARIA ELETRONICA
E-BOOK - Eletricidade Básica 2º ed Milton Gussow

- Livro muito didático e extremamente completo sobre a teoria e as aplicações da Eletricidade Básica. Cada capítulo inicia com definições pertinentes, princípios, teoremas e equações, com inúmeros exemplos e problemas resolvidos para reforçar o aprendizado. Em seguida, propõe uma série de problemas e apresenta as respostas. Seu conteúdo é a base para profissionais das áreas de Eletroeletrônica e afins.
- Editora: Bookman
- Autor: MILTON GUSSOW
- Origem: Nacional
- Ano: 2009
- Edição: 2
- Número de páginas: 571
domingo, 10 de abril de 2011
NOTÍCIAS - Engenharia Elétrica - Guia do Estudante
Engenharia Elétrica
Bacharelado
Engenharia Elétrica é o curso para mim?
É a engenharia que lida com geração, a transmissão, o transporte e a distribuição da energia elétrica. O engenheiro eletricista planeja, supervisiona e executa projetos nas áreas de eletrotécnica, relacionadas à potência da energia. Ele está habilitado a construir e a aplicar sistemas de automação e controle em linhas de produção industrial, no desenvolvimento de componentes eletroeletrônicos, na operação e manutenção de equipamentos em hospitais e clínicas e em projetos de instalações elétricas em indústrias, comércios e residências. Além das concessionárias de energia, o graduado encontra emprego em empresas de telecomunicações (desde fábricas de celulares até operadoras de sistemas de comunicação), indústrias de equipamentos, automação, fábricas de motores e geradores, consultorias ou em empresas prestadoras de serviços em computação.
O mercado de trabalho
"A engenharia como um todo está crescendo muito no país, e isso inclui a elétrica. Há cerca de dez anos que não temos problemas com empregabilidade, e isso acontece porque a Engenharia Elétrica lida com dois aspectos essenciais para a sociedade, que são a energia e a informação", afirma José Antenor Pomilio, coordenador do curso da Unicamp. A área de transmissão e distribuição vive um momento importante de renovação dos profissionais que ocuparam os cargos nos anos 1970, quando o setor teve um crescimento muito grande. Além disso, as áreas de pesquisa e desenvolvimento em empresas de energia, computação e telecomunicações também contratam o profissional. Setores alternativos, como o mercado financeiro, procuram por esse engenheiro. Concessionárias de energia, construtoras, empresas de tecnologia da informação são empregadoras do bacharel. Existe oferta de vagas em todo o país. Apesar disso, as regiões Sul e Sudeste possuem polos industriais bem desenvolvidos e concentram as melhores oportunidades.
Salário inicial: R$ 3.060,00 (6 horas diárias; fonte: Crea-SP).
O curso
Prepare-se para enfrentar muito cálculo. O currículo começa com disciplinas básicas, como matemática, física e informática. As contas acompanham o aluno também nas aulas de economia e administração. A parte mais interessante fica por conta das aulas práticas e dos experimentos em laboratório, que costumam aparecer desde o início da graduação. A formação profissionalizante tem início no terceiro ano, com aulas de projetos de sistemas elétricos, materiais elétricos, sistemas digitais e eletromagnetismo, entre outras. No último, além das disciplinas, os alunos se dedicam ao trabalho de conclusão do curso. O estágio é obrigatório e, geralmente, feito a partir do quarto ano.
Duração média: cinco anos.
Outros nomes: Eng. Elétr. (autom. ind.); Eng. Elétr. (autom.); Eng. Elétr. (comput.); Eng. Elétr. (eletrôn.); Eng. Elétr. (eletrot.); Eng. Elétr. (ênf. em comput.); Eng. Elétr. (ênf. em sist. de energia); Eng. Elétr. (sist. de energia e autom.); Eng. Elétr. (telecom. e eletrôn.); Eng. Elétr. (telecom.); Eng. Elétr. (telecom., eletrôn. e sist. de potência); Eng. Elétr. (telecom., sist. de potência e eletrôn.); Eng. Elétr. (telemática); Eng. Elétr. e das Energias; Eng. Elétr. e Eletrôn.; Eng. Elétr. Eletrot.; Eng. Elétr. Ind.; Eng. Eletrot.; Eng. Ind. Elétr.
O que você pode fazer
Automação
Projetar equipamentos eletrônicos destinados à automação de linhas de produção industrial.
Eletrônica
Desenvolver circuitos eletrônicos para aquisição de dados (por exemplo, áudio, temperatura, umidade, pressão), transmissão de dados por radiofrequência, entre outros.
Eletrotécnica (potência e energia)
Planejar e operar sistemas elétricos, desde a geração até a transmissão e a distribuição de energia. Projetar e construir usinas, estações, subestações, redes de geração de energia e também máquinas elétricas. Ampliar as redes de alta tensão e dar manutenção a elas.
Engenharia biomédica
Especifi car e gerenciar a utilização de equipamentos médico-assistenciais em hospitais, clínicas e laboratórios. Projetar, construir equipamentos e fazer a manutenção deles.
Hardware e programação
Desenhar componentes e desenvolver sistemas.
Instrumentação
Projetar e desenvolver equipamentos para a realização de medidas, registro de dados e atuadores.
Microeletrônica
Projetar, fabricar e testar circuitos integrados (chips) para sistemas de computação, telecomunicações e de entretenimento, entre outros.
Telecomunicações
Desenvolver serviços de expansão de telefonia e de transmissão de dados por imagem e som. Projetar e construir equipamentos para telefonia e comunicação em geral e de processamento digital de sinais.
NOTÍCIAS - Professor simula curto-circuito em rede elétrica
Curto pode ser causado pelo contato de um objeto condutor com a fiação.
No dia 27, 15 pessoas foram eletrocutadas em pré-carnaval no Sul de MG.
NOTÍCIAS - Entenda como a geração de energia elétrica afeta o meio ambiente
Cada tecnologia tem um impacto diferente sobre a natureza.
Custos e viabilidade também devem ser levados em conta na comparação.
| Tipo de usina | Vantagens | Desvantagens |
|---|---|---|
Hidroelétrica ![]() | - Emissão de gases causadores do efeito estufa muito baixa - Baixo custo | - Impacto social e ambiental do represamento do rio - Dependência (limitada) das condições climáticas |
Termoelétrica a carvão ![]() | - Baixo custo de construção e combustível - Alta produtividade - Independência das condições climáticas | - Emissão de gases de efeito estufa muito alta (é a que mais emite) - Poluição local do ar com elementos que causam chuva ácida e afetam a respiração |
Termoelétrica a gás natural ![]() | - Baixo custo de construção - Independência das condições climáticas - Baixa poluição local (comparada à termoelétrica a carvão) | - Emissão de gases de efeito estufa alta (menor que a do carvão, porém significativa) - Custo de combustível muito oscilante (atrelado ao petróleo) |
Termoelétrica a biomassa ![]() | - Baixo custo de construção e combustível - Emissão de gases de efeito estufa praticamente se anula (o ciclo do carbono fica perto de ser fechado) - Independência das condições climáticas | - Disputa do espaço do solo com a produção de alimentos - Caso haja desmatamentos para o cultivo, cria um novo problema ambiental |
Nuclear ![]() | - Emissão de gases de efeito estufa praticamente inexistente - Alta produtividade - Independência das condições climáticas | - Alto custo (exige investimentos em segurança) - Produção de rejeitos radioativos - Risco de acidentes (a probabilidade é baixa, mas os efeitos são gravíssimos) |
Eólica ![]() | - Emissão de gases de efeito estufa praticamente inexistente - Impacto ambiental mínimo | - Baixa produtividade - Dependência das condições climáticas - Poluição visual |
Fotovoltaica ![]() | - Baixo impacto ambiental | - Alto custo - Baixa produtividade |
Mais de 80% da energia gerada no Brasil vem de usinas hidroelétricas. Essa energia é gerada pela correnteza dos rios, que faz girar turbinas instaladas em quedas d’água. De modo geral, a tecnologia é considerada limpa, uma vez que praticamente não emite gases de efeito estufa, que fortalecem o aquecimento global.
Usina hidroelétrica de Itaipu, na fronteira entre Brasil e Paraguai (Foto: AP)A grande dependência do clima também é um problema das usinas eólicas – nas quais o vento move hélices que acionam turbinas. Esta alternativa não pode ser usada sozinha, é preciso que haja um sistema para complementá-la, mas faz sucesso por ser ecologicamente correta. “É energia de mais baixa emissão de gás de efeito estufa”, afirma Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de Clima e Energia da organização ambientalista Greenpeace.
Parque eólico de Osório, no Rio Grande do Sul (Foto: Bernardo Fiusa/Divulgação)As usinas termoelétricas são o tipo mais comum do mundo. Nela, é queimado um combustível – carvão e gás natural são os mais usados – para ferver água. O vapor gira uma turbina e assim gera energia. “São imprescindíveis”, acredita José Manuel Diaz Francisco, coordenador de comunicação e segurança da Eletronuclear, subsidiária da Eletrobrás. “São usinas mais baratas, com tecnologia consolidada e possuem a vantagem de garantir um suprimento de energia que não depende das condições”, completa.
Usina nuclear na França (Foto: François Mori/AP)O termo mais correto para denominar uma usina nuclear é “termonuclear”. Seu funcionamento é idêntico ao das demais usinas termoelétricas, a diferença está no combustível. A fissão nuclear do urânio – ou do plutônio – gera o calor e produz, por outro lado, material radioativo que tem de ser monitorado por milhares de anos, o que é apontado como o principal problema por todos os especialistas ouvidos.
Os painéis fotovoltaicos são feitos de materiais semicondutores à base de silício. Quando recebem radiação solar, liberam elétrons e geram energia.







