segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

E-BOOKs - PACK DE ÁLGEBRA LINEAR

Algebra Linear - Anton / Rorres









Algebra Linear Anton-Rorres 8Ed


Algebra Linear - Boldrini










Livro de Algebra Linear mais usado... Boldrini


Algebra Linear - Hoffman Kunze

Livro de Algebra linear Hoffman Kunze

terça-feira, 19 de outubro de 2010

E-BOOKs - PACK DE CONTROLE



 Analog and Digital Control System Design - Chen






Adaptive Control - Stability, Convergence and Robustness - S. Sastry e M. Bodson







Adaptive Control Systems - Gang Feng e Rogelio Lozano







Robust Adaptive Control - Petros A. Ioannou e Jing Sun






Techniques for Adaptive Control - Vance J. Van Doren







Controle de Sistemas Lineares - Reinaldo M. Palhares - UFMG






Controle e Eletrônica de Potência - Digital Control in Power Electronics - Simone Bus

domingo, 17 de outubro de 2010

NOTÍCIAS - ENGENHARIA ELÉTRICA É A QUE MAIS EXIGE CÁLCULOS

Entre as engenharias, elétrica é a que mais exige cálculos

Profissional precisa de formação sólida em exatas.
É possível se especializar em áreas como telecomunicações.
Simone HarnikDo G1, em São Paulo

Divulgação
Bancada do laboratório de telecomunicações da Federal de Minas Gerais (Foto: Divulgação/UFMG)

Imaginar o mundo sem energia elétrica hoje em dia é uma tarefa árdua. Atividades simples, como pegar a água na geladeira, ler um livro à noite antes de dormir ou aquecer um copo de leite no microondas seriam impossíveis sem a figura do engenheiro eletricista. A carreira, com inúmeras áreas de atuação, é tema do Guia de Carreiras doG1 desta terça-feira (29). 


“A particularidade da engenharia elétrica, diante das outras engenharias, é o estudo do eletromagnestismo”, explica o coordenador do curso na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Alessandro Fernandes Moreira. 


Por isso, se você já não tem afinidade com matemática e física, é arriscado prestar vestibular para esse curso. “Elétrica é das engenharias a que mais trabalha o lado do cálculo”, alerta o professor. Fora isso, o curso lida bastante com elementos de computação.


A formação densa em exatas é aplicada, no mercado profissional, em todas as áreas que envolvem energia. Desde a geração e transporte, até o uso nas casas, nas indústrias, nas telecomunicações, em equipamentos médicos, redes de computadores. O metrô, por exemplo, emprega muitos engenheiros eletricistas – esse profissional praticamente se espalha por todas as áreas de trabalho.


E sim, o nome do profissional que vem escrito no diploma é engenheiro eletricista – não engenheiro elétrico, como o senso comum pode sugerir. Para obter o título, o estudante deve passar cinco anos, no mínimo, na faculdade, cursando disciplinas como algorítmos e estrutura de dados, física experimental, geometria analítica e álgebra linear, ondulatória, eletrônica, análise de circuitos elétricos, entre outras. 


De acordo com dados do Ministério da Educação (MEC) de 2006, existem 132 cursos oferecidos no país. Muitas faculdades oferecem algumas ênfases ou especialidades, como telecomunicações, sistemas e energia elétrica, sistemas eletrônicos ou computação. 



Teoria ou prática?



“O curso tem essencialmente aulas teóricas, que são 70% da grade, e 30% de prática”, afirma o professor Paul Jean Etienne Jeszensky, coordenador do curso de telecomunicações da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e vice-presidente da comissão de graduação da escola. 


De acordo com Moreira, da UFMG, as universidades possuem laboratórios de circuitos elétricos e eletrônicos, de controle de processos, de conversão de energia. “Avaliar a estrutura da universidade é necessário na hora de escolher onde de estudar”, diz. “E a qualidade do corpo docente é muito importante. Há 20 anos era difícil ter um grupo de professores qualificado, com mestrado e doutorado. Hoje isso é fundamental”, afirma. 


Um dos aspectos práticos do curso é a obrigatoriedade de estágio e de um trabalho de conclusão de curso. Muitas universidades inclusive diminuem a carga horária nos últimos semestres, para que o aluno possa se iniciar no mercado de trabalho. 

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

E-BOOKs - PACK DE ELEMENTOS DE ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA


Pack de elementos de análise de sistemas de potência com:
-> 01 Livro: Elementos de Análise de sistemas de potência - William D. Stevenson Jr.
-> 03 Apostilas: UFRN

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

E-BOOK - MANUAL PARA CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA - WEG


A Correção do fator de potência através, principalmente, da instalação de capacitores tem sido alvo de muita atenção das áreas de projeto, manutenção e finanças de empresas interessadas em racionalizar o consumo de seus equipamentos elétricos. Objetivando otimizar o uso da energia elétrica gerada no país, o extinto DNAEE(Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica), atualmente com a denominação de ANEEL (Agência Nacionalde Energia Elétrica), através do Decreto Nº 479 de 20 de março de 1992 estabeleceu que o fator de potência mínimo deve ser 0,92.
Com o avanço da tecnologia e com o aumento das cargas não lineares nas instalações elétricas, a correção do fator de potência passa a exigir alguns cuidados especiais.
Este manual tem como objetivo dar orientação para uma correta instalação de capacitores, corrigindo efetivamente o fator de potência e proporcionando às empresas maior qualidade e maior competitividade.

E-BOOK - MÁQUINAS ELÉTRICAS - FITZGERALD, KINGSLEY, UMANS


  • Nova edição de um clássico, Máquinas Elétricas mantém a sua marca registrada: a ênfase em princípios fundamentais e raciocínio físico. A grande novidade deste texto é o capítulo sobre eletrônica de potência que introduz os componentes básicos dos circuitos de potência assim como configurações típicas de circuitos de retificação e inversão, encontrados em acionamentos de motor modernos.
  • Editora: Bookman
  • Autor: A.E. FITZGERALD & CHARLES KINGSLEY JR. & STEPHEN D. UMANS
  • ISBN: 8560031049
  • Origem: Nacional
  • Ano: 2006
  • Edição: 6
  • Número de páginas: 648
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: Médio



quarta-feira, 22 de setembro de 2010

E-BOOK - ELETRÔNICA DE POTÊNCIA - MUHAMMAD H. RASHID


Eletrônica de Potência pretende ser um livro-texto para um curso sobre "eletrônica de potência/conversores estáticos de energia", destinado a estudantes de cursos técnicos e universitários, nas áreas de elétrica e eletrônica.

Ele pode ser utilizado tanto como livro-texto para estudantes de graduação como referência para engenheiros envolvidos em projeto e aplicações de circuitos elétricos básicos, exigindo como pré-requisitos os cursos básicos de eletrônica e de circuitos elétricos. O conteúdo de Eletrônica de Potência está além do escopo de curso de um semestre.

Para os estudantes de cursos. Para os estudantes de cursos técnicos e universitários, os capítulos de 1 a 11 são adequados para fornecer uma sólida base em eletrônica de potência, enquanto os capítulos de 12 a 16 seriam mais adequados para outros cursos, incluindo os de pós-graduação.

Estilo: Eletrônica
Tamanho: 65 Mb
Nº de páginas: 844
Formato: Pdf
Idioma: Portugues
Hospedagem: 4Shared

terça-feira, 21 de setembro de 2010

E-BOOK - SINAIS E SISTEMAS - SIMON HAYKIN


E-BOOK: SINAIS E SISTEMAS - SIMON HAYKIN
TAMANHO: 98Mb
Neste texto, os alunos são estimulados a compreender os conceitos de engenharia através de exemplos de aplicações de sinais e sistemas oriundos do mundo real. A obra ilustra claramente a aplicação das ferramentas matemáticas usadas para resolver problemas nas áreas de processamento de sinais digitais, sistemas de comunicação e de sistemas de controle. Cada capítulo contém numerosos experimentos para serem feitos com MATLAB no computador.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

E-BOOK - SISTEMAS DIGITAIS - TOCCI e WIDMER


Sistemas digitais é um estudo que abrange os princípios e técnicas dos mais modernos sistemas eletrônicos e traz uma ampla variedade de ferramentas e tópicos que fornecem a base em sistemas digitais que o estudante e o profissional necessitam. Nesta oitava edição, a principal mudança é o destaque dado aos dispositivos lógicos programáveis (PLDs), sem prejuízo ao ensino dos circuitos integrados tradicionais. Permitindo aos professores atualizar seus cursos, a inclusão dos dispositivos programáveis permite ao profissional atual e futuro preparar-se para os desafios reais que enfrentará em seu trabalho. Estruturado e flexível, o texto é construído sobre exemplos reais e o aprendizado é assegurado por questões de revisão a cada seção e problemas no final de cada capítulo.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

E-BOOKs - PACK DE SPDA


PACK de Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas
13 Arquivos entre: Livros, Apostilas, Apresentações e Desenhos em CAD
Tamanho: 12,7 Mb


segunda-feira, 13 de setembro de 2010

APOSTILAS - GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO - GTD



Universidade Federal do Ceará
Centro de Tecnologia
Departamento de Engenharia Elétrica
GTD
Profa Ruth Leão Email: rleao@dee.ufc.br HP: www.dee.ufc.br/~rleao
2009

NOTÍCIAS - TRANSFORMANDO CALOR EM ENERGIA ELÉTRICA


Novas tecnologias prometem transformar calor em eletricidade

O que aconteceria se cada de litro de gasolina nos carros fizesse hora extra, e com isso gerasse até eletricidade? Esta é a idéia por trás dos sistemas de recuperação de calor desperdiçado. Uma jovem empresa de San Francisco, chamada Alphabet Energy, está tentando usar este conceito, criado há algumas décadas, de gerar energia a partir de calor capturado e usá-lo em larga escala, com uma ajudinha da nanotecnologia e da indústria de semicondutores.
A Alphabet quer criar um chip termoelétrico que possa ser inserido em canos de escapamento ou motores, para converter calor em energia elétrica, e assim se tornar a “Intel do calor desperdiçado”, de acordo com Matt Scullin, presidente e cofundador da empresa.
Um dispositivo termoelétrico pode usar calor para produzir energia sem precisar de partes móveis, do mesmo modo que uma célula fotovoltaica cria energia a partir da luz. É baseado no princípio bem conhecido que os elétrons podem ser movido através de uma material pelo calor.
Segundo a Alphabet, a inovação está na escolha do material e na tecnologia proprietária que dá ao dispositivo uma baixa condutividade termal, fazendo com que ele seja propício ao uso miniaturizado e em larga – indo de aparelhos pequenos a grandes instalações industriais. O chip então pode ser ligado ao sistema elétrico, e o alimenta de energia gerada pelo calor em tempo real.
Com apenas um ano de idade, a Alphabet tem o objetivo ambicioso de liderar o que pode seus líderes acreditam ser um mercado de 200 bilhões de dólares. Seus esforços fazem parte de um movimento maior de pesquisadores, empreendedores e associações empresariais que querem fazer uso do calor que é desperdiçado por fábricas, usinas de energia, carros e até mesmo notebooks. Nos Estados Unidos, o governo tem se mostrado alheio a essa movimentação, diz Scullin.
Mas recentemente, um grupo de legisladores liderados pelo deputado democrata Paul Tonko, de Nova York, introduziu um projeto de lei que pode criar um crédito tributário de 30% em quem investir na instalação de sistemas de recuperação de calor desperdiçado em indústrias.
Mais produtividade
A oportunidade pode ser imensa. De acordo com um relatório de 2008 do Laboratório Nacional de Oak Ridge, mais de dois terços do combustível usado nos Estados Unidos para produzir energia é desperdiçado como calor. Na verdade, o país tem a menor produtividade energética entre todo o Primeiro Mundo.
Esse tipo de tecnologia tem mais de um século, explica Tom Casten, da Recycled Energy Development, uma empresa que pretende reformar grandes plantas industriais para converter seu calor desperdiçado em eletricidade e energia termal, para vendê-la ao sistema elétrico local. 

Por exemplo, sistemas de cogeração (também chamados de combinação de calor e energia), podem gerar eletricidade ou força mecânica com calor em uma fábrica que necessite de energia térmica, ou transforme a energia desperdiçada em ambos. Em 2008, os pesquisadores do Oak Ridge relataram que os 3.300 locais que contam com cogeração nos Estados Unidos responderam por quase 9% da capacidade de geração de energia do país, e pediram que se estabelecesse uma meta de 20% para esse percentual – um valor já alcançado por alguns países da Europa.
Em 2008, a cogeração respondeu por mais da metade da produção nacional de energia na Dinamarca, quase 40% na Finlândia e mais de 30% na Rússia, de acordo com o estudo do Oak Ridge.

Foto: Arte/iG

Um dos impeditivos da tecnologia nos Estados Unidos é que a regulamentação do setor não permite que instalações industriais lucrem com ganhos de eficiência – é obrigatório repassar essa economia ao consumidor, o que desestimula investimentos. Além disso, o regime tributário da União Europeia faz com que conservação e eficiência de energia sejam mais economicamente, interessantes, diz Casten. 

Apesar disso, existem muitas empresas além da Alphabet tentando entrar neste mercado. Algumas startups, como a Nextreme, da Carolina do Norte, estão trabalhando com dispositivos termoelétricos. Muitas instituições acadêmicas estão pesquisando a tecnologia e corporações como General Motors e General Eletric têm programas de desenvolvimento, segundo Scullin. 
Preços mais baixos
Mas a Alphabet aforma que pode abaixar os preços de maneira radical, porque usa um material relativamente abundante e de baixo custo, mas que normalmente não seria um semicondutor termoelétrico eficiente. A companhia usa tecnologia desenvolvida pelo Laboratório Nacional de Lawrence Berkeley para adaptar o material e baixar sua condutividade térmica, o que, basicamente, faz com que ele produza mais eletricidade com menos calor.
Embora a Alphabet acredite que as aplicações iniciais de sua tecnologia serão em ambientes industriais, a ambição é fazer caminho para a reciclagem de energia em cenários mais variados, como celulares ou carros. Mas Scullin deixou claro que a comercialização da plataforma em aplicações móveis ainda está nas fases iniciais.
O chip é produzido de maneira simialar aos microchips de aparelhos eletrônicos. Pegar carona na economia de escala da indústria de semicondutores vai permitir que a empresa corte custos a ponto de permitir a instalação de sistemas “por menos de um dólar por watt,” segundo Scullin. Alguns dos sistemas de recaptura de calor desperdiçado disponíveis custa duas ou três vezes mais que isso. 

Dependendo da quantidade de calor, composição química e temperaturas de um sistema de exaustão industrial, a tecnologia da Alphabet pode se pagar em dois a três anos. A empresa pretende montar um sistema piloto em uma fábrica no ano que vem, para começar a competir por clientes em 2012. Até agora, os clientes potenciais são corporações multinacionais. 

Enquanto combustíveis fósseis e fontes renováveis de energia têm subsídios do governo americano, Scullen diz que a falta de incentivos para sistema de recuperação de calor desperdiçado se traduz no desencorajamento de investimentos em eficiência energética.

A proposta do deputado Paul Tonko pode mudar isso. Casten, da RED, disse que incentivos fiscais podem ser um passo importante para acelerar a adoção da tecnologia. “Existem 95 modos comprovados de reciclar energia. Abra a porta a eles, “ removendo barreiras regulatórias , diz “e investidores poderiam financiar mais 15 empresas como a Alphabet Energy”.

NOTÍCIAS - CHUVEIRO ELÉTRICO PODE, SIM, SER ECONÔMICO

Chuveiro elétrico pode, sim, ser econômico

São Paulo - Presente em 73% dos lares brasileiros, o chuveiro elétrico sempre foi apontado como o principal vilão da conta de luz. Mas uma pesquisa do Centro Internacional de Referência em Reuso da Água (Cirra), da Escola Politécnica da USP, mostra que tomar banho neste modelo de aparelho é mais econômico do que em equipamentos dotados de aquecedores solares e a gás.

De vilão, o chuveiro elétrico passou a herói da conta de luz no fim do mês. Vamos à ela. Segundo o estudo, um banho de oito minutos com este aparelho custa, em média, R$ 0,30.  O mesmo banho sai por R$ 0,46 com aquecedores solares tradicionais, ou seja 53%  mais caro. Com aquecedores a gás, o custo é de R$ 0,59 (96% a mais). Com um boiler elétrico, ao custo de R$ 1,08  o mesmo banho sai  260% mais caro do que o chuveiro elétrico.
  
Outro dado importante da pesquisa é o consumo de água dos diversos sistemas  de aquecimento. Num tempo em que esse recurso é considerado o bem mais escasso do mundo - segundo dados da ONU, 1,8 bilhão de pessoas enfrentarão níveis críticos de falta de água já em 2025 -, a diferença pesa. Inclusive na conta.

De acordo com o estudo, a média anual do consumo de água no chuveiro elétrico foi de 4,2 litros por minuto. Mas no aquecedor à gás, a média foi de 8,7 litros por minuto. Ou seja, 107% maior que o consumo do chuveiro elétrico. Já o aquecedor solar obteve uma média de 8,4 litros por minuto (100% maior do que o chuveiro elétrico) e o boiler elétrico, 8,5 litros por minuto (102% maior do que o chuveiro elétrico).

Segundo o professor e coordenador da pesquisa, Ivanildo Hespanhol, da Poli, os resultados resgatam o valor do chuveiro elétrico, uma invenção brasileira com mais de 80 anos de vida. "Mesmo antes da divulgação da pesquisa, mais da metade das pessoas que têm chuveiro elétrico em suas casas conheciam outras formas de aquecimento e não trocam o chuveiro elétrico", acrescenta o professor.

Os resultados fazem parte do estudo Avaliação do consumo de insumos (água, energia elétrica e gás) em chuveiro elétrico, aquecedor a gás, chuveiro híbrido solar, aquecedor solar e aquecedor de acumulação elétrico, elaborado pelo Cirra. A pesquisa teve apoio do Grupo de Chuveiros Elétricos da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

E-BOOK - AUTOMAÇÃO

Descrição: Mesmo com os avanços da tecnologia aplicada aos instrumentos que realizam o controle de   processo, as idéias básicas e fundamentais ainda são válidas e aplicáveis ao conceito de controle.   Este trabalho Automação pretende ser uma introdução aos princípios básicos e as práticas dos   vários métodos e estratégias de controle e automação de processos industriais contínuos. O   desenvolvimento matemático é o mínimo possível (garante-se que não há nenhuma transformada de   Laplace ou Fourier) que é usado apenas para enfatizar os aspectos físicos e a teoria de operação das   ações de controle. Deve ser entendido por engenheiros e técnicos, homens e mulheres, loiras e   morenas.
Na parte de Automação, o trabalho apresenta uma introdução explicando o que é Automação e sua aplicação na indústria de petróleo. Depois são mostrados os Componentes eletromecânicos usados na automação de sistemas, como chaves automáticas, contatos, relés, solenóides. São analisadas os circuitos lógicos booleanos, necessários à Lógica da automação. São apresentados os   principais Sistemas Digitais de automação em unidades de produção da Petrobras, que são o sistema de Controle Supervisório e Aquisição de Dados (SCADA) e o Controlador Lógico.
Programável (CL_). As idéias básicas da norma IEC 61 131 para a Programação de sistemas digitais   são mostradas a seguir, detalhando as linguagens mais comuns e usadas, como o Diagrama Ladder   e Diagrama de Blocos de Função.
São apresentadas as características e filosofia do Alarme e Intertravamento de processos e todos os aspectos de proteção da planta, principalmente o sistema instrumentado de segurança.
Finalmente, é apresentada a filosofia de implantação da Interface Humano Máquina de sistemas digitais de de automação.
Este trabalho constitui a base de um curso de Automação que o autor ministra por todo o Brasil, principalmente para o pessoal da Petrobrás e é usado como livro texto em Escolas Técnicas, Centros   de Tecnologia e Faculdades de Engenharia.
Tipo: Ebook Automação
Ano de Lançamento: 2005
Nome do Autor: Marco Antônio Ribeiro

Formato: PDF
Idioma: Português
Tamanho: 9,3 MB


E-BOOK - INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS - MAMEDE


Instalações Elétricas Industriais - 6a Edição
João Mamede Filho
764 Paginas
Comentários: Livro ótimo e muito completo na área de projetos e manutenção em instalações elétricas.


sexta-feira, 10 de setembro de 2010

E-BOOKs - CIRCUITOS ELÉTRICOS


Fundamentos de Análise de Circuitos Elétricos, 4ª ed, 1990, David Johnson, John Hilburn & Johnny Johnson



Circuitos Elétricos - Ed. Érica, 9a ed, 2004, Otávio Markus



Circuitos Elétricos - Edição Schaum - JOSEPH A. EDMINISTER



Introdução a Análise de Circuitos Elétricos - Boylestad - 10th Ed.